
Mais de 400 medicamentos podem ficar sem apoio do Estado, incluindo alguns dos medicamentos mais usados em Portugal como é o caso do Panasorbe, Aspegic, Lisapin e Brufen.
O novo projecto-lei que está a ser preparado pelo Governo prevê que pelo menos 44 medicamentos de uso corrente deixem de ser comparticipados.
Muitos desses fármacos nesta altura têm entre 40 e 70 por cento de apoio do Estado, o que pode trazer prejuízos para o consumidor.
Caso o novo projecto venha a ser aprovado, deixam de ser comparticipados 400 medicamentos, a juntar aos mais de 1500 que nesta altura já são vendidos sem receita médica.